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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Teresa Stich-Randall – Soprano norte-americana

No dia 24 de Dezembro de 1927 nasceu, em New Hartford, no estado de Connecticut, a soprano norte americana Teresa Stich-Randall.


Estudou na Hartt School of Music, em West Hartford. Foi descoberta nos finais dos anos 40 por Arturo Toscanini, que a contratou para uma série de actuações com a sua Orquestra Sinfónica da NBC, em Nova Iorque. Toscanini descreveu-a como “a descoberta do século”. Stich-Randall estreou-se na Europa, em Florença e ganhou uma competição em Lausanne. Isto levou a que desse uma série de espectáculos com a Basel Opera, na Suiça.
A sua estreia na ópera aconteceu em 1947, no papel de Henrietta, na ópera “Mother of us all”, de Virgil Thomson e, um ano depois, interpretou o papel principal na ópera “Evangeline”, de Otto Leuning. Estreou-se na Ópera Lírica de Chicago, em 1955, no papel de Gilda, na ópera “Rigoleto”, de Verdi. Cantou pela primeira vez no Metropolitan Opera de Nova Iorque, na ópera “Cosi fan tutti”, em 1961 e permaneceu no Met até 1966.
Em 1962, o governo da Áustria atribuiu a Teresa Stich-Randall o título de Kammersängerin, título esse que só era atribuído aos melhores artistas. Por volta de 1980, a carreira de Stich-Randall já tinha terminado.
Morreu em Viena no dia 17 de Julho de 2007.

Canção “A Truta”, de Schubert
Soprano: Teresa Stich-Randall
Piano: Hans Rosbaud


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Barbara Hendricks – Soprano norte-americana

No dia 20 de Novembro de 1948, nasceu, no Arkansas, Estados Unidos, a soprano Barbara Hendricks.


Licenciou-se na Juilliard School of Music, depois de já ter obtido uma licenciatura em Matemática e Química pela Universidade do Nebraska, aos vinte anos de idade. Em 1974 estreou-se como cantora de ópera nos Estados Unidos e na Europa, apresentando-se, seguidamente, nas principais casas de ópera do mundo. O repertório de Barbara Hendricks inclui mais de vinte personagens, tendo gravado doze das óperas de Mozart, clássicos franceses e obras-primas da ópera italiana. Estreou-se no cinema no papel de Mimi, numa produção de La Bohème realizada por Luigi Comencini. Foi membro do júri na edição de 1999 do Festival Internacional de Cinema de Cannes, presidido por David Cronenberg.
Foi acompanhada ao piano por um grande número de destacados pianistas, entre os quais se destaca a pianista portuguesa Maria João Pires. Foi, também, dirigida por inúmeros maestros de renome internacional. Barbara Hendricks estreou-se no domínio do jazz em 1994, no Festival de Jazz de Montreux, tendo, desde então, actuado regularmente em importantes festivais em todo o mundo. Depois de mais de vinte anos ao serviço da causa dos refugiados e do seu apoio ao Alto Comissariado para os Refugiados, foi nomeada Embaixadora Honorária Vitalícia daquela organização, realizando tarefas que requerem a sua longa experiência e dedicação. Barbara Hendricks recebeu numerosos prémios pela sua actividade artística e pelo seu trabalho humanitário. Vive na Europa desde 1977 e é cidadã sueca.
Ave Maria, de Schubert
Soprano: Barbara Hendricks